A ARTE DE CHORAR EM CORO

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Obrigatório. Comprei-o em Santa Cruz [Torres Vedras], em 2016, e embora tivesse lido primeiro o Wilt de Tom Sharpe, que também veio para as minhas mãos na mesma altura, sempre tive um fraquinho maior por este. É delicioso. O poder deste autor para recordar o selvagem da infância; o humor, a negritude. Top-notch.